Hoje apeteceu-me criar um blog. Porque sim. Já tive um outro, há vários anos atrás, quando a blogosfera era ainda um embrião em estado avançado e ter um blog era giro, era chique, era moda. Entretanto, como é óbvio, fartei-me, até porque não sou pessoa de seguir modas. Mas entretanto precisava de um espaço para me exprimir, para deixar o meu verdadeiro "eu" ganhar asas e voar por esse mundo fora.
O problema de se ter asas é exactamente esse: ter-se asas. Porque nós, seres humanos, não fomos feitos para voar; isso deveria ser exclusivo das aves e insectos alados. Daí que não admira ter uma costela partida; o tombo nem sequer valeu a pena, uma vez que não foi sequer feito durante um voo, mas durante uma partida de futsal com os amigos. Trust me on this one: Mandar uma peitada ao chão com todo o peso do corpo não é agradável.
Há sempre uma vantagem, no entanto: pode ser ( ou não ) que isto me dê direito a uns dias de baixa. É que partir uma costela não é como partir um braço... Um braço partido leva gesso e, obviamente, com gesso no braço não se consegue trabalhar. Uma costela é, digamos, mais chique: não se pode fazer nada a não ser deixar andar e evitar esforços, descansando o mais que se pode. Ou seja, quem vê de fora diz que "ah, e tal, não tem nada..."... Right. I wish.
Oh, quem me dera ter asas...
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